<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058</id><updated>2012-01-20T15:49:19.077+01:00</updated><title type='text'>PENSARECONOMIA</title><subtitle type='html'>SOMOS FRUTOS DA PAISAGEM   EM    QUE VIVEMOS; ELA DITA NOSSO COMPORTAMENTO E ATÉ NOSSOS PENSAMENTOS, NA MEDIDA EM QUE REAGIMOS A ELA. (Laurence Durrel)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-3209940965384434252</id><published>2011-01-31T12:08:00.002+01:00</published><updated>2011-01-31T12:16:59.628+01:00</updated><title type='text'>FMI Acordo Stand-by Angola</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Conselho de Administração do Fundo Monetário Internacional (FMI) concluiu a 24/01/2011 a quarta avaliação do desempenho económico de Angola no âmbito do programa apoiado pelo &lt;a href="http://www.imf.org/external/np/sec/pr/2011/pr1118.htm"&gt;Acordo Stand-By&lt;/a&gt;. A decisão do Conselho permite o desembolso imediato do montante de DSE 114,52 milhões (cerca de USD 178,2 milhões), perfazendo um desembolso total a Angola de DSE 687,12 milhões (cerca de USD 1,07 mil milhões).&lt;br /&gt;Ao concluir a avaliação do programa, o Conselho de Administração concedeu dispensas pelo não cumprimento dos critérios de desempenho para o final de Dezembro de 2010 relativos aos limites máximos à acumulação de atrasados, ao crédito concedido pelo banco central e ao crédito do sistema bancário ao governo. O Conselho de Administração também aprovou a modificação dos critérios de desempenho relativos aos atrasados internos e ao crédito do banco central.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;A contenção das despesas e a recuperação dos preços do petróleo criaram condições para a liquidação de grande parte dos atrasados internos acumulados em 2008-09. As autoridades pretendem liquidar o que resta destes atrasados até ao final de Março de 2011.O orçamento de 2011 equilibra a necessidade de recompor as reservas com a necessidade de aumentar os gastos em investimento, que foram reduzidos consideravelmente no âmbito do ajustamento fiscal de 2009-10. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A implementação efectiva de planos de financiamento trimestrais para os ministérios, que alinhe as autorizações de despesas com os recursos financeiros disponíveis, será uma evolução positiva. A política monetária está devidamente orientada à redução gradual da inflação para níveis abaixo de 10 por cento. Com o alívio das pressões no mercado cambial, o BNA deverá confiar unicamente em medidas baseadas no mercado para gerir as oscilações das taxas de câmbio.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em termos futuros, saudamos a intenção das autoridades de desenvolver directrizes de política fiscal para estabilizar o nível de despesas ao longo do ciclo do preço do petróleo e evitar a acumulação de atrasados. A reforma plurianual do sistema tributário não petrolífero também contribuirá para garantir a estabilidade fiscal no médio prazo. A melhoria da transparência no sector público é uma meta importante; a este respeito, a publicação de demonstrações financeiras de entidades públicas sujeitas a auditoria externa é uma medida essencial. A implementação da agenda de reforma organizacional do BNA reforçará as estruturas de governação interna do banco central. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-3209940965384434252?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/3209940965384434252/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=3209940965384434252' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/3209940965384434252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/3209940965384434252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2011/01/fmi-acordo-stand-by-angola.html' title='FMI Acordo Stand-by Angola'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-6066221923610308754</id><published>2009-11-18T19:15:00.002+01:00</published><updated>2009-11-18T21:11:21.868+01:00</updated><title type='text'>Expectativas de inflação</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SwRUuvb__TI/AAAAAAAAAhM/MKetyydLhHo/s1600/angola.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405538614736059698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 119px; CURSOR: hand; HEIGHT: 135px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SwRUuvb__TI/AAAAAAAAAhM/MKetyydLhHo/s320/angola.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leccionar Economia mais do que transmitir conceitos teóricos ‘e capacitar os alunos a interpreta-los a luz de sua vivência, este post vem a propósito do ultimo trabalho de pesquisa aos estudantes de FUNDAMENTOS II sobre o comportamento da inflação angolana nos últimos 10 anos, quando um dos alunos fez uma pergunta interessante a respeito do comportamento das perspectivas de mercado sobre o valor da inflação nos próximos períodos, em Angola. Isto a que meu aluno chamou de perspectivas e o que tranquilamente podemos chamar de EXPECTATIVAS!&lt;br /&gt;Do ponto de vista da teoria económica poderíamos dar três respostas, as expectativas são, adaptativas, ou seja, os agentes repetem a inflação anterior ao definir a expectativa presente, o mecanismo supõe que as expectativas são corrigidas (ou adaptadas) em função do último erro observado, outra hipótese seria a das expectativas racionais, que pressupõe que os agentes utilizam toda a informação disponível ao formular as novas expectativas, eles tomam em consideração não somente os valores passados da inflação, mas toda a informação disponível e relevante, de tal forma que não cometam erros sistémicos- em media as expectativas racionas terão erro 0. Uma terceira e mais recente hipótese, e a chamada stick information ou seja expectativas sob informação rígida, que sustenta que os agentes utilizam toda a informação disponível, mas não a processam todos os períodos porque há um custo nisso, sobre Angola o que nos oferece dizer? Após alguma discussão com os alunos rapidamente um deles chegou a conclusão de que em angola as expectativas em Angola são formada sob sticky information Se estamos a falar de ciência não podemos nos deixar tomar pela falácia não comprovada- mesmo que empiricamente – que as expectativas de mercado para inflação angolana são adaptativas, racionais ou então sob informação rígida. Uma resposta quase exacta necessitaria assentar em estudo econométricos baseados em series históricas confiáveis sobre previsão de mercado para algumas das principais variáveis macreoeconomicas, em dados como a media, mediana, e desvio padrão das expectativas, assim como series dos melhores agentes com as previsões de mercado, infelizmente a autoridade monetária – Banco Central (BNA) como tal ainda não colecta estes dados –ou se os colecta não os tem publicados. Alem de tentar responder aos meus alunos, deixo a questão em aberto para discussão no fórum.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-6066221923610308754?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/6066221923610308754/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=6066221923610308754' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/6066221923610308754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/6066221923610308754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2009/11/expectativas-de-inflacao.html' title='Expectativas de inflação'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SwRUuvb__TI/AAAAAAAAAhM/MKetyydLhHo/s72-c/angola.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-5954779063354436342</id><published>2009-10-02T11:32:00.003+01:00</published><updated>2009-10-02T12:08:48.275+01:00</updated><title type='text'>FUNDAMENTOS DE ECONOMIA (aperitivo)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SsXfG3oO2HI/AAAAAAAAAg8/ADuCUuf5OAA/s1600-h/audit.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387957838323570802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 161px; CURSOR: hand; HEIGHT: 179px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SsXfG3oO2HI/AAAAAAAAAg8/ADuCUuf5OAA/s320/audit.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que já não é novidade para os estudantes de &lt;em&gt;Licenciatura em Economia&lt;/em&gt;, acaba sendo para os de&lt;em&gt; Administração&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Recursos Humanos&lt;/em&gt;, que neste semestre, pela primeira vez, tomam contacto com a disciplina de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fundamentos de Economia.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; As primeiras aulas servirão para contextualizar a disciplina, e a discussão começa por reflexões reais ligadas a nossa vivência: &lt;em&gt;quem somos? O que determina as nossas escolhas e decisões?&lt;/em&gt; etc, etc Lembro então aos estudantes, que, com o ingresso na universidade entram, decididamente, em um mundo novo onde serão preparados para formular perguntas, contrariamente aos níveis anteriores de ensino, onde as questões eram preconcebidas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como seres humanos temos muitos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;desejos (necessidades):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; queremos nos formar, queremos um carro melhor, queremos ajudar parentes menos desfavorecidos, queremos umas lindas férias no Etosha Park ou em Luxemburgo…. e procuramos formas de satisfazer estes desejos. Mas, na busca da satisfação nos damos conta que os recursos disponíveis são limitados, dai surge a noção de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;escassez&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que é designado como o &lt;strong&gt;Problema Económico por Excelência&lt;/strong&gt;. As necessidades são ilimitadas, e os recursos são escassos: o ar é um recurso escasso, os recursos minerais são escassos, a terra é escassa, a água etc. etc. Assim sendo, e como seres racionais, somos obrigados a fazer &lt;strong&gt;&lt;em&gt;escolhas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, através do processo de decisão entre alternativas possíveis. Após esta abordagem introdutória podemos então dizer que &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Economia é Ciência que trata da alocação de recursos escassos para a satisfação de necessidades ilimitadas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Leitura, muita leitura e frequência das aulas ajudará a atingir o objectivo proposto que é a construção do conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-5954779063354436342?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/5954779063354436342/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=5954779063354436342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/5954779063354436342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/5954779063354436342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2009/10/fundamentos-de-economia-aperitivo.html' title='FUNDAMENTOS DE ECONOMIA (aperitivo)'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SsXfG3oO2HI/AAAAAAAAAg8/ADuCUuf5OAA/s72-c/audit.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-3613064220203331620</id><published>2009-07-05T14:14:00.009+01:00</published><updated>2009-07-05T14:30:38.136+01:00</updated><title type='text'>“Se queremos a recuperação, temos de ser pacientes…”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SlCqEysAzQI/AAAAAAAAAd0/xiXTqMYdbOo/s1600-h/blanchard.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354966956246093058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 107px; CURSOR: hand; HEIGHT: 140px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SlCqEysAzQI/AAAAAAAAAd0/xiXTqMYdbOo/s320/blanchard.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Olivier Blanchard&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; é conselheiro económico e Director do Departamento de Investigação Financeira do Fundo Monetário Internacional, exímio investigador das ciencias económicas - lembrar que é o autor da bibliografia obrigatória que recomendamos aos nossos alunos na disciplina de Macroeconomia- esteve ontem (25 junho) em entrevista na Euronews e traz a sua opinião sobre &lt;em&gt;&lt;strong&gt;como lidar com a crise económica e financeira global!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Boa leitura!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Euronews:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Há sinais que indicam que a crise já bateu no fundo e que se antevê uma recuperação sustentada. Se é verdade, quando e a que ritmo se efectuará? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Blanchard:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Darei uma resposta em três partes. A primeira: penso que evitámos o pior, o que são excelentes notícias. O segundo ponto: os indicadores económicos para o último trimestre de 2008 e primeiro de 2009 são extremamente maus. Não vamos voltar a ver nada assim. Mas vamos, provavelmente, assistir, nos países desenvolvidos, a um crescimento negativo no segundo trimestre deste ano, e também, talvez, no terceiro. Depois, chegará o crescimento positivo, apesar de muito próximo de zero. É provável que o crescimento seja mais elevado no próximo ano… Em terceiro lugar, e este é o ponto mais importante, vamos ter de nos concentrar na recuperação. Para já, não creio que vá ser forte, pensamos que poderemos atingir uma estabilidade dentro de três a cinco anos. Vai demorar muito tempo… &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Euronews:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Os mercados financeiros continuam a temer que os gastos dos governos aliados às injecções de capital por parte dos bancos centrais, em especial nos Estados Unidos, estejam a promover a disseminação da inflação a minar qualquer tentativa de o mercado dar a volta. Partilha estes receios? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Blanchard:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; No que toca aos bancos centrais, foi aumentado, de forma significativa, o seu portfolio, em parte porque adquiriram bens que os investidores privados rejeitaram.Mas creio que à medida que a recuperação se manifesta, os investidores privados vão querer comprar aos bancos centrais esses bens e estes vão querer vender. Por isso, não me preocupa a inflação. Acredito que o sector fiscal oferece mais razões para que nos preocupemos. Nesta matéria, os governos vão enfrentar sérias dificuldades. O que os governos não podem deixar de fazer é oferecer estímulos fiscais. A procura do sector privado, nesta fase, ainda é muito fraca. Se os incentivos acabarem, provavelmente a procura no mercado vai desacelerar e o processo de recuperação económica será interrompido. Por isso, e pelo menos durante este ano, têm de se manter os incentivos fiscais, provavelmente no próximo ano também e, talvez, no ano a seguir. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Euronews:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Um problema particularmente difícil na Europa é o desemprego. Normalmente este indicador retrai assim que aparecem os primeiros sinais de recuperação. Como interpreta o actual momento? Existe o risco de a Europa vir a enfrentar uma elevada taxa de desemprego… &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Blanchard:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Está absolutamente correcto. A minha resposta tem duas partes. É verdade que quando o crescimento se torna positivo, esse simples facto não chega para pressionar uma redução do desemprego. O crescimento tem de ser superior ao normal para que isso se verifique. O que poderá acontecer no final de 2010 ou por volta desse período. Até lá, o desemprego vai aumentar. Na Europa, e tendo em conta o melhor dos cenários, o desemprego vai aumentar, provavelmente durante mais um ano ou ano e meio. A questão que se segue é quando vai descer. Duas coisas têm de acontecer: a procura tem de ser suficiente e o mercado laboral tem de saber responder a essa procura… &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Euronews:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Um desemprego elevado fere o consumo e as perspectivas de crescimento. Por isso muitos governos desenvolveram planos para estimular o mercado. Qual a sua leitura da situação actual? São necessárias políticas fiscais e monetárias mais apertadas ou chegou a altura de aligeirar? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Blanchard:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Esta não é altura para se retirar nenhum estímulo fiscal ou para aumentar as taxas de juro. A economia está muito fragilizada e a procura privada muito fraca. Se se pensar nos consumidores, eles não estão dispostos a gastar. Se olhar para as empresas, elas não estão dispostas a investir. Por isso, se os incentivos forem retirados, basicamente a recuperação fica suspensa. Para já, é absolutamente necessário manter a política monetária e fiscal seguida no último ano. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Euronews:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O elevado preço do crude é um risco para a recuperação económica, o que até pode provocar uma inflação excessivamente elevada associada a muitos baixos níveis de produtividade. Agora que o preço do crude aumentou que risco enfrentamos? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Blanchard:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; O aumento do preço complica o processo de recuperação, sim, funciona como um travão, mas não receio que vá suspender a recuperação. O aumento do preço do crude, creio, não é justificado pela conjuntura… Perante casos como este, espera-se um ajustamento. Não creio que o preço do crude atinja os 70 dólares. Se se mantiver a esse nível, penso que será um bom preço, consistente com o ritmo da recuperação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Euronews:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; A regulação criada para os mercados financeiros não vai domá-los na totalidade, mas certamente vai torná-los mais transparentes, responsáveis e estáveis. No entanto, existe uma aparente discórdia entre o G20 e o G8 sobre a pressão dessa regulação. O que podemos esperar quando a tranquilidade voltar a reinar? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Blanchard:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Não sabemos. Não só porque não sabemos de forma exacta que tipo de regulação necessitamos, mas porque também não sabemos que tipo de sistema financeiro vamos ter. Por outro lado, esse sistema vai depender, em parte, do tipo de regulação a que for sujeito. Ou seja, neste caso, não podemos apenas regulamentar uma parte do sistema. Temos de olhar para o todo e ter em conta os riscos no seu conjunto e analizar o comportamento dos actores num ambiente não regulamentado. Este é um dos princípios. Não tenho ilusões. Qualquer que seja a regulação vai-nos escapar sempre qualquer coisa. Só espero nque nada com a magnitude do que acabámos de ver. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Euronews:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Uma última questão. Muito mudou para o Fundo Monetário Internacional durante a crise económica. A cimeira do G20 prometeu triplicar a capacidade de o fundo dar empréstimos e o fundo prepara-se para emitir títulos de obrigações pela primeira vez. No cômputo geral, o FMI está a munir-se de recursos sem precedentes. Face a esse “rearmamento”, como vê a sua influência e papel no futuro? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Blanchard:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Penso que o FMI vai ter um papel muito importante se conseguir analizar os riscos num todo e não apenas os de natureza financeira, que é o caso desta crise. Basicamente, o fundo tem de estar sempre atento, já que está posicionado de forma única para interpretar o mundo. isto porque nós recebemos uma quantidade enorme de informação a que mais ninguém tem acesso. Teremos, no fundo, de estar disponíveis para emprestar quando necessário, é esse o nosso papel. Se formos bem sucedidos seremos muito importantes, e não apenas em momentos de crise, onde já provámos ser importantes, mas nos próximos dez, vinte ou trinta anos. Esse é o nosso objectivo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-3613064220203331620?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/3613064220203331620/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=3613064220203331620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/3613064220203331620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/3613064220203331620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2009/07/se-queremos-recuperacao-temos-de-ser.html' title='“Se queremos a recuperação, temos de ser pacientes…”'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SlCqEysAzQI/AAAAAAAAAd0/xiXTqMYdbOo/s72-c/blanchard.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-7608812941534037088</id><published>2009-06-25T13:25:00.002+01:00</published><updated>2009-06-25T13:30:14.269+01:00</updated><title type='text'>AVALIAÇAO PARCELAR</title><content type='html'>ALUNOS DA &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;LICENCIATURA EM ECONOMIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Primeira Prova parcelar&lt;br /&gt;Dia 26-06-2009&lt;br /&gt;Sala 37&lt;br /&gt;18:00 hs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfoque: Toda matéria leccionada, inclusive a&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; Aplicação dos conceitos microeconomicos as Politicas Públicas&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-7608812941534037088?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/7608812941534037088/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=7608812941534037088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/7608812941534037088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/7608812941534037088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2009/06/avaliacao-parcelar.html' title='AVALIAÇAO PARCELAR'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-3657614007613182415</id><published>2009-06-16T14:34:00.003+01:00</published><updated>2009-06-16T14:53:43.488+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SjejTlSNI0I/AAAAAAAAAdk/MBxA9yeyuc4/s1600-h/anaa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347922639347065666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 122px; CURSOR: hand; HEIGHT: 98px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SjejTlSNI0I/AAAAAAAAAdk/MBxA9yeyuc4/s320/anaa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Volto num momento especial, quando já vamos a caminho do segundo mês de um semestre lectivo que recentemente começou, trago uma palavra especial aos estudantes da disciplina Fundamentos de Economia, mas especificamente aos estudantes de Licenciatura em Economia.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lembra-los de que acabam de abraçar um ramo muito apaixonante e abrangente das ciências humanas, e que como Ciência, a Economia estuda as relações entre os indivíduos na sociedade, especificamente as relações de mercado – relações quase sempre muito complexas. Para tal os economistas precisam estar munidos de um profundo conhecimento histórico, teórico, quantitativo, metodológico e um conhecimento das questões institucionais.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O estudo da Ciência económica vai permitir uma compreensão maior do universo em que vivemos, além de acompanhar as mudanças que vão acontecendo na sociedade e propor novas explicações e possíveis soluções para as grandes questões da economia: o que produzir, quanto e para quem produzir, o estudo da economia vai permitir também dar explicações para problemas correntes como por exemplo as razões e as possíveis soluções da actual crise do sistema financeiro mundial.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao longo do curso virão outras cadeiras, como a micro e a macroeconomia, a estatística e a econometria, a história do pensamento económico etc, cadeiras que permitirão aos estudantes um background quantitativo para elaboração e análises de estudos de viabilidade e de modelos económicos e financeiros, afinar as habilidades da investigação científica voltada a resolução de problemas da sociedade, não descartando o amplo conhecimento no campo da cultura geral que permitirá o entendimento das questões económico-sociais em contextos históricos específicos.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;No contacto com as novas disciplinas cada estudante tenderá a identificar-se mais com as áreas específicas da macro ou micro economia, mas, de um modo geral o que se espera é que todos possam, com o curso, munir-se de raciocínio logicamente consciente e da capacidade de ler o presente à luz do passado e com objectivos futuros.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nosso desejo é o de todos nossos alunos tornarem-se, brilhantes economistas, no entanto, temos de admitir que alguns ficarão a meio do curso, outros chegarão ao pódio em segundo ou terceiro lugar… &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, apesar de todas as dificuldades incentivo-os a não desistir: o primeiro passo foi dado –Vocês começaram a estudar Economia! – o que por si só ja vos faz vitoriosos à partida. É preciso resistir, amadurecer até que de vocês se possa &lt;a href="http://www.unimetroangola.com/discursoabertura"&gt;espremer todo sumo possível e precioso.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra grande inquietação dos estudantes é: e depois do curso? - Depois do curso - ao economista jamais se fecharão as possibilidades de emprego, porque o economista independentemente do que se vier a especializar – é um profissional com horizonte quantitativo, histórico e teórico - qualquer área de conhecimento nalgum momento de seu processo exige a presença de um economista, ou seja, qualquer sector, pode ser o lugar do economista.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;E NÓS OS futuros GESTORES BANCÁRIOS? A resposta está nas entrelinhas: o conhecimento básico das questões económicas, do comportamento dos agentes económicos munir-vos-á do arsenal necessário para desvendar os mistérios subjacentes aos fenómenos que norteiam o funcionamento do mercado – bancário.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caros alunos, Bem-vindos ao &lt;strong&gt;MUNDO FANTÁSTICO DAS ECONOMIAS&lt;/strong&gt;, bem-vindos a Universidade que aposta em formar economistas que farão diferença! Bem-vindos a UniMetro!&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos outros diálogos virão, mas hoje termino parafraseando o pensamento do célebre &lt;a href="http://www.blogger.com/..."&gt;Lord Keynes&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;“o economista deve ser matemático, historiador, estadista, filósofo (...) deve entender os símbolos e falar com palavras. Deve contemplar o particular nos termos do genérico, e tocar o abstracto e o concreto na mesma revoada do pensamento, deve estudar o presente à luz do passado com objectivos futuros. Nenhuma parte da natureza humana ou das instituições deve ficar completamente fora do alcance de sua visão. Ele deve ser decidido e desinteressado com a mesma disposição; tão distante e incorruptível quanto um artista, e ainda assim algumas vezes tão perto da terra quanto um político”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Nota:&lt;br /&gt;=&gt;As aulas da próxima Quarta-Feira (17) e Sexta-Feira(19) serão totalmente dedicadas a revisão da prova marcada para o dia 22/06/09&lt;br /&gt;=&gt;Notas de Aula podem ser adquiridas junto aos delegados de turma, e brevemente na pagina oficial da cadeira no website da universidade &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.unimetroangola.com/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;www.unimetroangola.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-3657614007613182415?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/3657614007613182415/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=3657614007613182415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/3657614007613182415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/3657614007613182415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2009/06/volto-num-momento-especial-quando-ja.html' title=''/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SjejTlSNI0I/AAAAAAAAAdk/MBxA9yeyuc4/s72-c/anaa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-2016821480020387267</id><published>2008-11-15T01:59:00.004+01:00</published><updated>2008-11-17T11:17:52.780+01:00</updated><title type='text'>Monetaristas X Keynesianos</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SR4kKrPahrI/AAAAAAAAAZE/ikCOERI3-ZU/s1600-h/esc.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268688379894728370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SR4kKrPahrI/AAAAAAAAAZE/ikCOERI3-ZU/s400/esc.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dois motivos me incentivaram a escrever o presente artigo: primeiro, o aniversário da morte de um dos expoentes da teoria Económica, Milton Friedman (1922-2006) e o segundo, a actual, e altamente comentada crise económica mundial, que de alguma forma nos leva a um olhar atento a duas escolas de pensamento, que há mais de 50 anos desfrutam o predomínio da ciência económica: de um lado a Escola Keynesiana e do outro a Monetarista, estes últimos, conhecidos também como liberais, dos quais Friedman foi ferrenho defensor, considerado mesmo o Pai do Liberalismo.&lt;br /&gt;Ao longo das décadas as duas escolas têm dividido a opinião tanto de economistas quanto do pensamento económico; adeptos de Keynes afirmam e defendem as virtudes do Estado-providência, ou seja: as leis de mercado sozinhas são incapazes de levar a economia ao equilíbrio, é preciso uma maior participação do Estado na economia. Por outro lado, os adeptos de Friedman (Escola de Chicago) têm vindo a fazer valer a sua visão liberal sob as várias perspectivas económicas.&lt;br /&gt;Friedman, que se não tivesse morrido há dois anos, estaria hoje com 96 anos e vivenciaria esta, que já começa a ser classificada como a maior crise já vivida pelo capitalismo. De lembrar, ele – um opositor ferrenho do Keynesianismo - desafiou todas as teorias dominantes a respeito das causas da Grande Depressão, afirmando que foi o excesso e não a falta de intervenção governamental a responsável pela crise de 1929.&lt;br /&gt;Após a crise da Bolsa de Nova Yorque (1929) as propostas dos liberais foram rejeitadas em todos os países do mundo. No bloco socialista seguia-se com sucesso o Planeamento Económico Estatal, enquanto no bloco capitalista os liberais eram substituídos pelos keynesianos. Porem, o revisionismo na ex. URSS, e a crise do bloco capitalista provocada maciçamente pela crise do petróleo - 1974, traz novamente ao cenário as ideias monetaristas (neoliberais). O auge da influência monetarista acontece na década de 1990, com o Consenso de Washington, quando os governantes de vários países se comprometeram com as propostas neoliberais segundo as quais a regulação era desnecessária, desnecessários também são os mecanismos de controlo e transparência do sistema financeiro internacional; indo mais além, o Consenso de Washington defendeu o princípio de que os Banco Centrais não precisavam manter uma política de fiscalização e acompanhamento sistémico da economia, afirmando que esta auto regula-se pelos derivativos.&lt;br /&gt;Em uma entrevista concedida em 2003 e conduzida pelo economista Francês Henri Lepage, Friedman declarou que as condições para a prosperidade estavam garantidas: o desemprego estava baixo, o monstro da inflação domado, não havia crise financeira e não havia deflação, a produtividade estava a crescer e os bancos estavam em boa forma, e - apesar de discordar com as ferramentas discricionárias usadas pelo Federal Reserv (Banco Central Americano) - Friedman louvou a política monetária de Alan Greenspan, e acreditava que as políticas de injecção monetária eram capazes de trazer enorme prosperidade.&lt;br /&gt;Uma análise do cenário actual coloca em descrédito o Consenso de Washington, e de modo geral a sustentabilidade das ideias monetáristas. Assistimos ao oposto: as regras de prudência bancária, ausência de politicas publicas para assegurar o controle, a falta de limites de alavancagem estão na base do crash ora vivido. E é exactamente o Estado que aparece no cenário para minimizar a crise. Em tese, estamos diante de um retorno ao pensamento de Keynes, que aclama o papel do Estado como regulador da actividade económica.&lt;br /&gt;Importa salientar que, apesar das evidências do momento tenderem para o paradigma Keynesiano, não se pretende neste artigo, tirar o mérito da escola de Friedman. No campo das ciências sociais, as teorias são criadas para entender e resolver problemas específicos, com o passar do tempo demandam mudanças passíveis a dar resposta a novos problemas que surgem, como diz Hicks (citado por Meller p.81) "&lt;em&gt;não pode haver uma teoria económica que explique tudo e a todo tempo”&lt;/em&gt;. Assim, o pensamento económico está mais uma vez diante do cenário favorável ao debate acirrado entre Keynesianos e Monetaristas, e é bem provável que após esta crise, tenhamos um avanço considerável na teoria económica, uma vez que, apesar de todos efeitos nocivos que possam trazer, as crises desempenham um papel fundamental na formulação de teorias económicas, foi após um cenário de crise que surgiu o tão estudado multiplicador Keynesiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas e Webliográficas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;1.GREENSPAN, Alan. A era da turbulência: aventuras em um novo mundo. Campus; Elsevier, 2008. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;2.GALBRAITH, John K. The great crash 1929. New York, NY: Penguin Books, 1980&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;3.KINDLEBERGER, Charles P. Manias, pânico e crashes: um histórico das crises financeiras. Trad. da 3ª Ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;4.CHUNG, Joanna. Bigger Role urged for regulator with safe hands Financial times, 22.10.08 p.9&lt;br /&gt;5.MANKIW Gregory Tax-Policy-During-Great-Depression disponível em : &lt;/span&gt;&lt;a href="http://gregmankiw.blogspot.com/2008/11/tax-policy-during-great-depression.html%20acesso%20em%2014.12.08"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;4.http://gregmankiw.blogspot.com/2008/11/tax-policy-during-great-depression.html acesso em 14.12.08&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;5.LAPAGE Henri Milton Friedman : le triomphe du libéralisme disponivel em : &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fahayek.org/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1239&amp;amp;Itemid=53"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.fahayek.org/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1239&amp;amp;Itemid=53&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; Acesso em 14.12.08&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-2016821480020387267?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/2016821480020387267/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=2016821480020387267' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/2016821480020387267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/2016821480020387267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2008/11/dois-motivos-me-incentivaram-escrever-o.html' title='Monetaristas X Keynesianos'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SR4kKrPahrI/AAAAAAAAAZE/ikCOERI3-ZU/s72-c/esc.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-894418371931084405</id><published>2008-10-10T19:17:00.004+01:00</published><updated>2008-10-10T19:30:20.294+01:00</updated><title type='text'>CENÁRIO INTERNO II TRIMESTRE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dados Macroeconómicos recentes dão conta da possível desaceleração do crescimento da economia mundial, com reflexos negativos sobre os investimentos e as exportações dos países africanos. Os indicadores internos angolanos revelam a um significativo dinamismo, o Fundo Monetário Internacional prevê crescimentos da economia angolana em torno de 16% em 2008 e em torno de 13% em 2009, em contraste aos 21,1% de 2007. Todavia, mantêm-se expectativas de índices maiores em função de uma dinâmica mais acentuada no mercado petrolífero. Por outro lado as receitas orçamentais têm por fundamento um cenário de $ 55/bbl, um preço conservador e muito abaixo das actuais cotações de mercado, o que, mesmo havendo correcções para baixo no mercado mundial de petróleo, ainda assim dará cobertura aos investimentos públicos projectados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255593401739172962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 396px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px; TEXT-ALIGN: center" height="141" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SO-eWoKM3GI/AAAAAAAAAYk/uSYCRPPaURs/s320/rrrr.bmp" width="448" border="0" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ilustração 1 Fonte: FMI -2008 Previsºao&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· O presente período contou com a aprovação pela Assembleia Nacional do orçamento rectificativo para 2008, que contempla um acréscimo de despesa no montante de KZ 112 mil milhões, representando um crescimento de 4.4% na despesa pública face ao montante anteriormente aprovado, que dentre outros objectivos, visa sustentar despesas relativas à conclusão do processo eleitoral e a instalação do recém-criado Tribunal Constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;PETRÓLEO PRODUÇÃO&amp;amp;PREÇOS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;· A produção de petróleo em 2008 vem se mantendo num patamar próximo de 1.9 milhões de barris diários (mb/dia), correspondente à quota alocada pela OPEP, o que compara com o valor médio de 1.67 verificado em 2007. As expectativas indicam níveis de produção na ordem dos 2.2 mb/dia até ao final da corrente década, o que representaria um crescimento de mais de 17% face aos actuais níveis de produção. Para o trimestre em análise as receitas petrolíferas para o Tesouro Nacional foram avaliadas em $ 6.304,83 milhões de dólares, 100 pontos percentuais comparativamente ao mesmo período do ano passado, um aumento baseado muito mais no preço que na produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;INFLAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· O nível geral de preços no consumidor na cidade de Luanda – que serve de referência para o país - registou uma variação de 1,00% entre o mês de Maio e Junho de 2008. A variação homóloga situa-se agora nos 12,27%, o que significa uma subida de 0,23 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Esta descida contribui negativamente para a redução da taxa do IPC iniciada em meados do ano de 2003.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;TAXA DE CAMBIOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Estabilizada face ao dólar norte americano, a moeda angolana manteve-se no patamar dos KZ 75 para cada um Dólar, durante o II trimeste. O efeito da desvalorização ante outras moedas como por exemplo o Euro, tende a reflectir-se no aumento dos preços dos produtos importados&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255592584461893986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 428px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px; TEXT-ALIGN: center" height="172" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SO-dnDkHQWI/AAAAAAAAAYc/9a-CVUPuMqQ/s320/tt.bmp" width="320" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ilustração 2Fonte BNA Data&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-894418371931084405?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/894418371931084405/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=894418371931084405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/894418371931084405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/894418371931084405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2008/10/cenrio-interno-ii-trimestre.html' title='CENÁRIO INTERNO II TRIMESTRE'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SO-eWoKM3GI/AAAAAAAAAYk/uSYCRPPaURs/s72-c/rrrr.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-3703011365570429328</id><published>2008-10-02T12:23:00.004+01:00</published><updated>2008-10-02T15:25:51.174+01:00</updated><title type='text'>CRONOLOGIA: CRISE NOS MERCADOS FINANCEIROS</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;  Há dois semestres, quando em sala de aulas abordavamos a crise do "subprime" americano, estavamos longe de imaginar que o sistema financeiro mundial atingiria o presente  colapso . Trazemos assim uma cronologia da crise , de 2004 a Setembro de 2007. Confira:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Entre 2004 e 2006: problemas no subprime&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Depois de dois anos, entre 2004 e 2006, quando a taxa de juros subiu de 1% para 5,35%, o mercado imobiliário americano começou a sofrer, com preços dos imóveis caindo e aumento na inadimplência de mutuários.&lt;br /&gt;A inadimplência em empréstimos do tipo subprime – hipotecas de alto risco para pessoas com histórico ruim de crédito – atingiu níveis recordes.&lt;br /&gt;Abril a agosto de 2007: contágio do subprime&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Abril 2007&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;A New Century Financial, especializada em empréstimos subprime, pediu concordata e demitiu metade dos seus funcionários.&lt;br /&gt;Com suas dívidas sendo repassadas para outros bancos, o mercado subprime começou a entrar em colapso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Julho 2007&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O banco de investimentos Bear Stearns diz que seus investidores não conseguirão resgatar o dinheiro investido em seus fundos hedge.&lt;br /&gt;O diretor do Federal Reserve (o banco central americano), Ben Bernanke, diz que a crise do subprime pode custar US$ 100 bilhões.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Agosto 2007: Tamanho da crise é revelado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;9 de agosto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O banco de investimentos PNB Paribas diz a seus investidores que eles não conseguirão resgatar seus investimentos, devido à "completa evaporação da liquidez" do mercado.&lt;br /&gt;É um sinal claro de que os bancos estão se recusando a emprestar dinheiro uns aos outros.&lt;br /&gt;O Banco Central Europeu investe 95 bilhões de euros no setor bancário, para melhorar a liquidez. Em seguida, mais 108,7 bilhões de euros são investidos.&lt;br /&gt;Os bancos centrais dos Estados Unidos, Canadá e Japão começam a intervir.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;17 de agosto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O Federal Reserve corta pela metade a taxa de juros para empréstimos a bancos, para 5,75%.&lt;br /&gt;Setembro 2007: Corrida aos bancos&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;13 de setembro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O banco britânico Northern Rock pediu e recebeu ajuda financeira emergencial do banco central britânico. No dia seguinte, os correntistas retiraram mais de US$ 2 bilhões, em uma das maiores fugas de capital da Grã-Bretanha.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;18 de setembro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Federal Reserve corta a taxa de juro em meio ponto percentual, para 5,75%.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Outubro de 2007: perdas começam a surgir&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;No dia 1º, o banco suíço UBS revelou perdas de US$ 3,4 bilhões. Em seguida, o gigante Citigroup divulgou que perdeu US$ 3,1 bilhões com o mercado subprime – US$ 40 bilhões no acumulado de seis meses.&lt;br /&gt;No fim do mês, o diretor do Merrill Lynch se demite, depois de revelar que o banco tinha US$ 7,9 bilhões de dívidas/ que incluíam papéis podres.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dezembro 2007: Ajuda do governo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No dia 6, o presidente americano, George W. Bush, anunciou um plano para ajudar milhões de mutuários com problemas. O Federal Reserve coordenou ao lado de cinco bancos centrais uma ação para empréstimos a outros bancos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fevereiro e março 2008: Nacionalizações e compras&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;7 de fevereiro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ben Bernanke alerta para os efeitos da crise do sistema financeiro na economia real. Os líderes do G7 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo) dizem que as perdas com o mercado subprime podem chegar a US$ 400 bilhões. O governo britânico nacionaliza o banco Northern Rock.&lt;br /&gt;Em março, o Federal Reserve disponibiliza mais US$ 200 bilhões para bancos em dificuldade.&lt;br /&gt;No dia 17, o quinto maior banco americano, Bear Stearns, é comprado pelo JP Morgan Chase por US$ 240 milhões (um ano antes, o banco valia US$ 18 bilhões).&lt;br /&gt;Abril 2008: Mais efeitos na Europa&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;8 de abril&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;O Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta que as perdas devido à crise financeira internacional podem chegar a US$ 1 trilhão ou até ultrapassar esta marca.&lt;br /&gt;Segundo o FMI, os efeitos da crise estão se espalhando para outros setores como crédito ao consumidor e dívidas de empresas.&lt;br /&gt;Dois dias depois o Banco da Inglaterra diminui sua taxa de juros para 5%, um corte de 0,25%.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;21 de abril&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;O Banco da Inglaterra divulga os detalhes de um plano ambicioso, da ordem de 50 bilhões de libras (cerca de R$ 171 bilhões) para ajudar bancos, um plano que permitiria que estes bancos trocassem dívidas de hipoteca que potencialmente arriscadas por títulos do governo, mais seguros.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Abril a junho de 2008: Bancos tentam conseguir dinheiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;22 de abril&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;O banco britânico Royal Bank of Scotland anuncia o plano para levantar dinheiro junto aos acionistas, lançando novas ações no mercado, que chegam ao valor 12 bilhões de libras (mais de R$ 41 bilhões), o maior lançamento de ações da história corporativa da Grã-Bretanha.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;2 de maio&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;O banco UBS, um dos mais afetados pela crise financeira mundial, também lança ações no valor de US$ 15,5 bilhões para cobrir parte de suas perdas, que chegaram a US$ 37 bilhões, mais do que qualquer outro banco afetado pelas turbulências do mercado internacional.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;19 de junho&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;O FBI prende 406 pessoas, incluindo corretores e empreiteiros, como parte de uma operação contra supostas fraudes em financiamentos habitacionais, que alcançaram valor de US$ 1 bilhão.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;25 de junho&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Outro banco britânico, desta vez o Barclays, anuncia os planos para levantar 4,5 bilhões de libras (cerca de R$ 15,4 bilhões) com lançamento de ações.&lt;br /&gt;Julho de 2008: Grandes financiadores no limite&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;13 de julho&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O banco de hipotecas americano IndyMac entra em colapso e se torna o segundo maior banco a falir na história dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;14 de julho&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Autoridades financeiras dos Estados Unidos prestam assistência às duas gigantes do setor de hipotecas, Fannie Mae e Freddie Mac.&lt;br /&gt;Juntas, as duas companhias são responsáveis por quase metade das hipotecas dos Estados Unidos e detêm ou garantem cerca de US$ 5,3 trilhões em financiamentos e são cruciais para o mercado imobiliário americano.&lt;br /&gt;Agosto a setembro de 2008: Outros gigantes sofrem&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;4 de agosto&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;O gigante do setor bancário HSBC alertou que as condições dos mercados financeiros são as mais difíceis "das últimas décadas", depois de sofrer uma queda de 28% em seus lucros semestrais.&lt;br /&gt;Dos grandes bancos europeus, o HSBC estava entre os mais atingidos pela crise do mercado imobiliário e de crédito dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;30 de agosto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Fazenda britânico, Alistair Darling, afirma que a economia da Grã-Bretanha enfrenta sua pior crise dos últimos 60 anos em uma entrevista ao jornal The Guardian.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;1º de setembro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Dados oficiais do Banco da Inglaterra mostram queda na aprovação de hipotecas em julho.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;5 de setembro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Números do mercado de trabalho americano mostram que a taxa de desemprego no país subiu para 6,1%, causando ainda mais turbulência nos mercados financeiros.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;7 de setembro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Governo dos EUA ajudou gigantes do setor de hipotecas&lt;br /&gt;O governo dos Estados Unidos anuncia que está assumindo o controle das empresas de hipoteca Freddie Mac e Fannie Mae, numa operação que foi considerada uma das maiores do gênero na história americana.&lt;br /&gt;O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, afirma que os níveis das dívidas das duas companhias significavam um "risco sistêmico" para a estabilidade econômica e que, se o governo não agisse, a situação poderia piorar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;10 de setembro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;O Lehman Brothers, o quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, registra perdas de US$ 3,9 bilhões nos três meses anteriores a agosto.&lt;br /&gt;O anúncio ocorre em meio a mais alertas econômicos feitos pela Comissão Européia, afirmando que Grã-Bretanha, Alemanha e Espanha poderão entrar em recessão até o final de 2008.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;15 de setembro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Depois de dias em busca por um comprador, o Lehman Brothers entra com pedido de concordata, se transformando no primeiro grande banco a entrar em colapso desde o início da crise financeira.&lt;br /&gt;O ex-presidente do Fed Alan Greenspan afirma que outras grandes companhias também poderão cair.&lt;br /&gt;No mesmo dia, o Merrill Lynch, um dos principais bancos de investimento americanos, concordou em ser comprado pelo Bank of America por US$ 50 bilhões para evitar prejuízos maiores.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;16 de setembro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Federal Reserve anuncia um pacote de socorro de US$ 85 bilhões para tentar evitar a falência da seguradora AIG, a maior do país.&lt;br /&gt;Em retorno, o governo assumirá o controle de quase 80% das ações da empresa e o gerenciamento dos negócios.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;25 de setembro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Outro gigante do setor de hipotecas dos Estados Unidos, o Washington Mutual, é fechado por agências reguladoras e vendido para seu adversário, o Citigroup.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;28 de setembro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;A crise se alastra mais pelo setor bancário europeu com a nacionalização parcial do grupo belga Fortis, para garantir sua sobrevivência.&lt;br /&gt;Autoridades na Holanda, Bélgica e Luxemburgo aceitaram investir 11,2 bilhões de euros na operação.&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, legisladores anunciaram que chegaram a um acordo bipartidário para aprovação do pacote de US$ 700 bilhões para salvar instituições financeiras afetadas pela crise.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;29 de setembro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Câmara dos Representantes (deputados) dos Estados Unidos rejeita o pacote de US$ 700 bi proposto pelo governo americano para socorrer instituições financeiras afetadas pela crise. Os legisladores retomam as negociações para realizar uma nova votação na casa.&lt;br /&gt;O Wachovia, o quarto maior banco americano, é comprado pelo Citigroup, em um acordo de resgate que conta com o apoio das autoridades americanas. Segundo este acordo o Citigroup vai absorver até US$ 42 bilhões dos prejuízos do Wachovia.&lt;br /&gt;Na Grã-Bretanha, o governo confirmou a nacionalização do banco de hipotecas Bradford &amp;amp; Bingley. O governo assume o controle de financiamentos e empréstimos do banco no valor de 50 bilhões de libras (cerca de R$ 171 bilhões) enquanto suas operações de poupança e agências são vendidas para o Santander, da Espanha.&lt;br /&gt;O governo da Islândia assume o controle do terceiro maior banco do país, Glitnir, depois que a companhia teve problemas com fundos de curto-prazo&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Fonte: BBC&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-3703011365570429328?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/3703011365570429328/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=3703011365570429328' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/3703011365570429328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/3703011365570429328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2008/10/cronologia-crise-nos-mercados.html' title='CRONOLOGIA: CRISE NOS MERCADOS FINANCEIROS'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-2314402884740343279</id><published>2008-06-05T10:09:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T06:07:50.276+01:00</updated><title type='text'>CENÁRIO MACROECONÓMICO INTERNO 1ºTRIMESTRE 2008</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;CENÁRIO INTERNO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O Ano económico angolano, acontece com base no anteriormente aprovado OGE/2008 comportado por despesas e receitas na ordem de 2,5 triliões de kwanzas. As receitas fiscais estão projectadas em kz 1.891,3 mil milhões&lt;br /&gt;sendo 77,2% receita petrolífera - tendo fixado o preço médio de referência fiscal do Baril de petróleo em $55 – e 22,8% receita não prolifera. Quanto às despesas, estão estimadas em kz 2.245,2 mil milhões e correspondem a 54,6% do PIB. Do total, 57,2 constituem despesas correntes e 42,8 despesas de capital. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto a dotação por sectores, é maior beneficiário o sector social com 38,8%, seguindo-se a área económica com 15,7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;INFLAÇÃO &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Para 2008 o índice de inflação esperada é de 10% (dois dígitos) contra 11,8 porcento em 2007, e 12% no ano de 2006.&lt;br /&gt;O IPC, índice único e oficial, tomado como referência para a inflação, mede o custo de vida das famílias da cidade de Luanda e registou uma variação de 0,86% no primeiro bimestre deste ano. Para o período em análise os itens Vestuário e Calçado, e Alimentação foram os que registaram maior aumento de preço na ordem dos 2,33% e 1,33, respectivamente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208328835468659026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 374px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px; TEXT-ALIGN: center" height="166" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SEezex-IiVI/AAAAAAAAANY/GGxxDNnwAKU/s320/IPC.bmp" width="320" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: Notas de Imprensa INE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisada a inflação homóloga, houve uma variação nula, 0,00 pontos percentuais, contribuindo positivamente para tendência de redução da taxa do IPC.&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208330461385611938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 373px; CURSOR: hand; HEIGHT: 181px; TEXT-ALIGN: center" height="198" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SEe09a-8WqI/AAAAAAAAANs/VIdV08qJLGI/s320/Hom%C3%B3loga.bmp" width="320" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: BNA DATA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;CÂMBIOS E JUROS BÁSICOS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208333346456036866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 432px; CURSOR: hand; HEIGHT: 156px; TEXT-ALIGN: center" height="146" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SEe3lWtVZgI/AAAAAAAAAOE/D261OH-A0zA/s320/taxa+de+cambio.bmp" width="432" border="0" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: BNA&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos últimos meses a predominância da queda do dólar diante das outras moedas tem sido uma constante. No mercado angolano, apesar de pequenas desvalorizações cambiais do Kwanza frente ao dólar, a relação entre as duas moedas manteve-se estável na casa dos Kz 75,0509.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;MERCADO MONETÁRIO E OPERAÇÕES DE OPEN MARKET&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;• Os dados preliminares (Fevereiro) das reservas internacionais totalizam US $ 11.882 milhões, com aumento expressivo de US$ 691,070 em relação a Dezembro de 2007, como reflexo do aumento da reserva bruta.&lt;br /&gt;• Em relação as &lt;a href="http://pensareconomia.blogspot.com/2007/10/politica-monetria-open-market.html"&gt;operações de mercado aberto&lt;/a&gt;, as taxas de juros mantiveram-se estáveis com excepção dos títulos de 364 dias que sofreram redução de 0,1 ponto percentual&lt;br /&gt;• No período de 15 de Janeiro a 15 de Março foram emitidas Obrigações do Tesouro num montante de Kz 135.534.354,84 sendo 46,13% OTs do PIP Cabinda, 38,4% OTS Ordinárias com maturidade de 1 a quatro anos, e 15,4% Nova Vida, com maturidade de um a sete anos.&lt;br /&gt;• As taxas de Juros a considerar para efeitos de pagamento de Juros de Cupão das OTs emitidas é de 2.69938%, taxa LIBOR, acrescida de pontos percentuais ou basis point conforme condições contratuais de cada emissão. Para as OTS Ordinárias 4%.&lt;br /&gt;========================================================&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Todas as informações contidas neste post são baseadas em informações disponíveis ao público e foram obtidas de fontes consideradas confiáveis, Opiniões apresentadas no mesmo são apenas nossas opiniões actuais, e estão sujeitas a alterações A. Mathaya Economista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-2314402884740343279?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/2314402884740343279/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=2314402884740343279' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/2314402884740343279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/2314402884740343279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2008/06/cenrio-macroeconmico-interno-1trimestre.html' title='CENÁRIO MACROECONÓMICO INTERNO 1ºTRIMESTRE 2008'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SEezex-IiVI/AAAAAAAAANY/GGxxDNnwAKU/s72-c/IPC.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-6960377078856162874</id><published>2008-02-21T15:17:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T06:07:50.529+01:00</updated><title type='text'>SOBRE O QUE LEMOS: Os Magnatas (Valentim Amôes)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/R72KE-K0GfI/AAAAAAAAAJ8/3KbHzwvAnJU/s1600-h/imagemjhjj.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169439765303663090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/R72KE-K0GfI/AAAAAAAAAJ8/3KbHzwvAnJU/s320/imagemjhjj.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há algum tempo um amigo disse-me que &lt;em&gt;quando compramos livros devíamos, junto com os livros comprar tempo para lê-los&lt;/em&gt;. Certissimo!! Mas tempo não se compra, por isso vamos empilhando as prateleiras de livros e lemos quando se torna possível. Te-los já é um grande passo!! Meus alunos sabem que no final do período lectivo brindo os mais dedicados com livros de seu interesse ou no mínimo interessantes. Em um destes ultimos finais de semestre comprei em dose dupla os &lt;em&gt;Magnatas &lt;/em&gt;de Charles Morris, e um dos exemplares dei-o de presente a mim e, ficou por muito tempo na prateleira, até, neste Fevereiro ganhar espaço de &lt;em&gt;livro de cabeceira&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os Magnatas&lt;/em&gt;, é uma obra em que C.Morris conta a vida e percurso de sucesso de expoentes do empreendedorismo americano: Gould, Rockefeller, J. P. Morgan e Carnegie, acentuando a origem simples destes homens bem como a determinação e capacidade intuitiva para o sucesso, não deixando no entanto de citar os métodos pouco convencionais que muitas vezes usaram para alcançar seus objectivos. Rockefeller conhecido pela frieza e tino que o levaram a criar um inédito conglomerado empresarial, Gould, o az da manipulação da bolsa de valores, Morgan o famoso banqueiro que tornou-se avalista internacional da economia americana, no exercício de integra-la ao mundo globalizado dos negócios. Deixo propositadamente para o final, Carnegie – o meu magnata preferido – frio e cerebral que concebeu e criou um conglomerado empresarial jamais visto. Leio os magnatas numa fase muito interessante, quando a pouco mais de 30 dias morreu Valentim Amões (VA), um homem que - se tivéssemos que elaborar uma lista dos Magnatas angolanos - sem sombra de dúvidas constaria dela, ressaltando o seu espírito empreendedor! Eu, espero que se alguém for escrever a biografia de nossos magnatas, e especialemnte a de VA, o fizesse de maneira tão ousada a ponto de ir além da &lt;em&gt;biografia floreada&lt;/em&gt; e ousar em revelar as fragilidades de VA como homem humano e normal, seu medos, suas incertezas, bem como os métodos e meios-claros e ou obscuros-usados para ampliar seu império. Vale a pena ler “ Os Magnatas”, em Luanda provavelmten disponível na Livraria Mensagem, e com certeza no quiosque de revistas do aeroporto 4 de Fevereiro, caso não exista, não ousem em encomenda-lo a um viajante qualquer. Custará pouco menos de U$50. E aos bons de Inglês melhor que leiam na língua original. Aos ousados e aos preguiçosos em formar suas próprias bibliotecas, tentem tomar por empréstimo o meu exemplar, com dois &lt;em&gt;vés&lt;/em&gt;, um &lt;em&gt;b&lt;/em&gt; e um &lt;em&gt;e&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;vai e volta em bom estado&lt;/em&gt;!)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-6960377078856162874?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/6960377078856162874/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=6960377078856162874' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/6960377078856162874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/6960377078856162874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2008/02/sobre-o-que-lemos-os-magnatas-valentim.html' title='SOBRE O QUE LEMOS: Os Magnatas (Valentim Amôes)'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/R72KE-K0GfI/AAAAAAAAAJ8/3KbHzwvAnJU/s72-c/imagemjhjj.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4690471559456511058.post-6022387127951331689</id><published>2007-10-12T10:35:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T06:07:50.626+01:00</updated><title type='text'>Politica Monetária (OPEN MARKET)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/Rw9EYCNq8tI/AAAAAAAAAGw/AfPEJU47deU/s1600-h/ppp.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5120386481045304018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="200" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/Rw9EYCNq8tI/AAAAAAAAAGw/AfPEJU47deU/s400/ppp.JPG" width="468" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu vejo a arte de leccionar como uma das profissões mais exigentes, cada semestre é um novo aprendizado, as turmas são diferentes, o material de estudo precisa ser adaptado ao perfil da matéria, da turma. E leccionar macroeconomia para alunos de gestão não é o mesmo que faze-lo aos do curso de ciências económicas, estes últimos já psicologicamente preparados para matéria, e com bases sólidas de introdução a economia e matemática para economistas, já os primeiros encaram tudo como uma primeira vez – apesar de que Introdução á Economia deveria ser sempre um pré-requisito para Macroeconomia. Levando em consideração as dificuldades de compreensão da aula de ontem, trouxe para o pensareconomia mais algumas gotas de conhecimento de Politica Monetária, mas concretamente as operações de Mercado Aberto (&lt;em&gt;Open Market)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ao fazer Politica Monetária e objectivando expandir o crescimento económico o Banco Central usa três instrumentos, a saber: &lt;em&gt;open market, depósito compulsório e taxa de redesconto&lt;/em&gt;, podendo ser usados em separado ou os três em simultâneo com politica fiscal que permita um aumento dos gastos. Vejamos então, mais uma vez como funciona o Open Market:&lt;br /&gt;As operações de &lt;em&gt;Open Market&lt;/em&gt;, acontecem quando o BC entra no mercado para vender ou comprar títulos. (&lt;em&gt;Títulos são activos de renda fixa que se constituem em boa opção de investimento para a sociedade, possuem a finalidade primordial de captar recursos para o financiamento da dívida pública, bem como para financiar actividades do Governo Central&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;Quando o Banco Central tem o objectivo de expandir a base monetária, entra no mercado e compra títulos, chama-se a isso,&lt;strong&gt; politica monetária expansionista&lt;/strong&gt;. Com tal operação de compra de títulos, um determinado montante de massa monetária em poder do BC é colocado em circulação. Com mais dinheiro em circulação pressupõe-se aumento na renda, possibilitando maior consumo e maior investimento, gerando um efeito positivo para o crescimento económico. Com o aumento do consumo, aumenta a procura agregada, e cria-se um “ciclo virtuoso”: vendedores irão encomendar mais mercadorias dos fornecedores, fornecedores comprarão mais das fábricas, mais matéria-prima será necessária, mais pessoas serão contratadas para produção, que receberão mais salário que proporcionará maiores gastos e o ciclo mais, mais… tenderá a repetir-se. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por outro lado, havendo necessidade de contrair a Base Monetária o BC vende títulos, a isso chamamos de politica monetária contraccionista, Ao vender títulos, o Banco Central retira dinheiro do mercado, ou seja, a população fica com menos massa monetária, As pessoas se sentem menos estimuladas à gastar e, consequentemente, o nível de actividade diminui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pertinente lembrar que a priori a oferta de moeda não depende nem da taxa de juros nem do nível de renda nominal, é tão-somente uma decisão de Politica monetária feita pelo Banco Central. Por determinadas razoes, o BC vê-se muitas vezes em situações em que necessita contrair ou reduzir a quantidade de moeda que circula na economia (base monetária). Se o interesse do Governo é estimular a actividade económica, ele faz uso de uma politica monetária mais flexível, por outro lado se se pretende frear a actividade económica, o BC contrai a base monetária.&lt;br /&gt;Lembrando que é um erro associar &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Politica monetária contraccionista&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; necessariamente a queda de crescimento, o comportamento da inflação leva em muitos casos a adopção de politica monetária mais restritiva. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;- Professora e isso funciona aqui?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Não é somente coisa de Blanchard e Dornbush&lt;/em&gt;? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Claro que funciona!O BNA é o nosso Banco Central e responsável pelas operações de mercado aberto, que nesse momento tem já disponível o preço dos títulos para venda directa ao público de 11.10 a 17 de 10 de 2007- pessoas colectivas não bancárias e pessoas singulares. Informem-se no site do BNA, por telefone: 222 33 60 69 / 222 39 62 80 ou no balcão do Departamento de Mercado de Activos – Av. 4 de Fevereiro, porta 136 - R/C. Um &lt;em&gt;&lt;strong&gt;macro abraço&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e até nossa próxima aula.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4690471559456511058-6022387127951331689?l=pensareconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensareconomia.blogspot.com/feeds/6022387127951331689/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4690471559456511058&amp;postID=6022387127951331689' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/6022387127951331689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4690471559456511058/posts/default/6022387127951331689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensareconomia.blogspot.com/2007/10/politica-monetria-open-market.html' title='Politica Monetária (OPEN MARKET)'/><author><name>ANNA MATHAYA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02243550472647540201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://3.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/SZwddHBQk5I/AAAAAAAAAb4/QVm4FcR2XJI/S220/NIYS.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7vP1RwbODC4/Rw9EYCNq8tI/AAAAAAAAAGw/AfPEJU47deU/s72-c/ppp.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
